quarta-feira, 25 de julho de 2012

DAREK AND THE DOMINOS - Layla and Other Assorted Love Songs

Mais uma assinatura de Clapton, garimpado pelo JDrutchaiki lá na Cia da Música.
O único álbum de estúdio do grupo, Layla and Other Assorted Love Songs, embora inicialmente um fracasso de crítica e de público, começou a galgar as paradas musicais em 1972, sendo desde então considerado uma das melhores e mais subestimadas obras de Clapton, aparecendo em diversas listas de melhores discos já gravados.
Além dos conhecidos membros do grupo, a gravação também contou em quase todas as faixas com a participação do lendário guitarrista Duane Allman, da The Allman Brothers Band, que foi convidado a participar após ter ficado amigo de Clapton e pedido para acompanhar a gravação do disco.

Músicas:

"Tell the Truth"
"Why Does Love Got To Be So Sad?"
"Have You Ever Loved A Woman"
"Little Wing"
"It's Too Late"
"Layla"
"Thorn Tree In The Garden"

Integrantes:

Eric Clapton
Bobby Whitlock
Jim Gordon
Carl Radle
Duane Allman



sexta-feira, 20 de julho de 2012

SEX PISTOLS - Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols

Eureka! Dia 13 de julho, no dia internacional do ROCK e dia também que costumamos visitar alguns sebos de Curitiba em família (eu, o João e o Gabriel), já quase no final da feira me deparei com o famoso "Never Mind...". Famoso por ser o único álbum de estúdio da banda, lançado em meados de 1977. Esse eu encontrei no "Joaquim Livraria & Sebo" Rua Alfredo Bufren, 51, Centro Curitiba - Paraná. Fica aí a dica, discos novos e usados além dos livros...
Mas voltemo-nos ao "disco": Os Sex Pistols duraram como banda por volta de dois anos, mas foi tempo suficiente para que eles mudassem radicalmente a cara da música. Com suas letras cruas, niilistas, e violentas performances ao vivo, a banda revolucionou o Rock and Roll, sendo uma das principais influências do punk rock.
Por trás de suas táticas de choque e negativismo havia uma crítica social cuidadosamente pensada para gerar altíssimo impacto. O álbum articulava com perfeição a frustração, raiva e insatisfação da classe trabalhadora inglesa com o establishment.
O grupo abriu caminho para incontáveis outras bandas fazerem o mesmo, mas nenhuma foi tão abusada. É fácil ver como a energia da banda e sua atitude geraram uma revolução musical. Originalmente lançado em 1977, Never Mind The Bollocks não perdeu sua fúria ou originalidade com o passar do tempo.
O álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall of Fame.
Mais um "dinossauro do rock" a fazer parte de nossa discoteca!

Músicas:
"Holidays In The Sun"
"Bodies"
"No Feelings"
"Liar"
"God Save the Queen"
"Problems"
"Seventeen"
"Anarchy in the U.K."
"Submission"
"Pretty Vacant"
"New York"
"E.M.I."



sexta-feira, 13 de julho de 2012

The Jack (AC/DC) by João Vitor (Cia do Vinil)

Comemorando o Dia Mundial do Rock, a contribuição do JVDrutchaiki, também genitor do blog e por isso ele pode...
Só tem artista deste lado de cá!!!!

Rock'n Roll Celebration com Zé Rodrigo (Soulution Orchestra)

No Dia Internacional do ROCK, um post especial no nosso blog, homenagem ao Zé Rodrigo, uma lenda viva da música em Curitiba, promotor e divulgador de bons eventos na capital e muito mais. Ele que nesse dia 12, em um "pocket show" na Livraria Curitiba do Shopping Estação nos brindou com clássicos do Rock e deu ao Gabriel (CiadoVinil), alguns minutos de "fama"...
Veja o vídeo:

quinta-feira, 5 de julho de 2012

The EAGLES - Hotel Califórnia

The Eagles é uma banda norte-americana de rock, formada em 1971 em Los Angeles, Califórnia por Glenn Frey, Don Henley, Bernie Leadon e Randy Meisner.
E eu quando lembro de EAGLES lembro de Hotel Califórnia, parece que os caras só gravaram essa... Mas pode não acreditar, porém a banda é uma das mais rentáveis, com mais de 100 milhões de álbuns vendidos só nos Estados Unidos!
Hotel California é o quinto álbum de estúdio da banda, lançado em dezembro de 1976.
Demorou oito meses para ser gravado e traz a música de maior sucesso do grupo: a faixa-título "Hotel California", além de outros sucessos como "New Kid In Town" e "Life In The Fast Lane". Teve participação do guitarrista Joe Walsh já como um membro fixo da banda, ele que tinha se juntado ao grupo no ano anterior, ocupando o lugar de Bernie Leadon.

Lado 1
"Hotel California"
"New Kid In Town"
"Life In The Fast Lane"
"Wasted Time"

Lado 2
"Wasted Time"
"Victim Of Love"
"Pretty Maids All In A Row"
"Try And Love Again"
"The Last Resort"



sábado, 9 de junho de 2012

ROLLING STONES - Beggars Banquet

Uma pausa na nossa sequência "AZ", para homenagear os 50 anos dos Stones e em grande estilo, porque encontrei o disco que faltava(Beggars Banquet, 1968), para aquilo que os críticos consideram suas maiores realizações artísticas e uma das maiores obras-primas do rock. Os outros três álbuns são Let It Bleed (1969), Sticky Fingers (1971), e Exile on Main Street (1972); acredito todos eles listados aqui no blog.
Beggars Banquet é o sétimo álbum de estúdio dos Stones. Ele marcou um retorno às raízes R&B da banda, geralmente visto como mais primitivo do que a psicodelia do álbum anterior. O álbum foi um grande comercial e é sempre listado em listas de melhores discos.
Beggars Banquet foi último esforço completo de Brian Jones com os Rolling Stones. Além de sua slide guitar em "No Expectations", tocou gaita em "Dear Doctor", "Parachute Woman" (juntamente com Mick Jagger) e "Prodigal Son", sitar e tambura em "Street Fighting Man", e mellotron em "Stray Cat Blues".
CAPA: Em junho de 1968, as sessões foram quase concluídas na Inglaterra, com alguns overdubbs finais e mixagem a serem feitos em Los Angeles em julho. No entanto, tanto Decca Records na Inglaterra quanto a London Records nos Estados unidos rejeitaram o design da capa planejado – uma parede de banheiro coberta de pichações obscenas. A banda inicialmente se recusou a mudar a capa, resultando em vários meses de atraso no lançamento do álbum. Em novembro, porém, os Rolling Stones permitiram que o álbum fosse lançado em dezembro com uma capa branca, simples imitação de um cartão de convite. (As letras RSVP que aparecem nesta versão da capa é uma abreviatura da frase em francês, Répondez, s'il vous plaît, que significa "responda, por favor".)
"Sympathy for the Devil", a controversa música foi composta por Mick Jagger com inspiração no livro O Mestre e Margarida do escritor soviético Mikhail Bulgakov e Baudelaire. Jagger a escreveu como canção folk, inspirada em Bob Dylan. Segundo algumas fontes, seria inspirada em uma visita de Jagger a um centro de candomblé na Bahia. Mas foi Keith Richards quem sugeriu o ritmo, que lembra um samba. Ela motivou várias acusações de satanismo feitas contra a banda.
Enfim um SR disco. Agora presente na nossa discoteca e fazendo éco na radiolaeuquanto preparo este post!







sexta-feira, 8 de junho de 2012

DEEP PURPLE - in Rock

Demorou um ano de blog para o DEEP PURPLE debutar nos post's. É que são tantos os bolachões que as vezes não nos damos conta do número de bandas e sua relevância e ainda que postamos poucas nacionais no blog. Dito isso vamos ao Lp em questão:
Deep Purple in Rock, também chamado de In Rock, é o quarto álbum de estúdio lançado pela banda de hard rock britânica Deep Purple em 1970. O disco marcou a estreia formação mais bem sucedida da banda com Ian Gillan e Roger Glover, substitutos de Rod Evans e Nick Simper. A capa foi inspirada no Monte Rushmore.
Deep Purple in Rock foi seu primeiro álbum de sucesso na Europa, O ábum foi apoiado pelo enorme sucesso de In Rock Tour que durou 15 meses.

Lado um
"Speed King"
"Bloodsucker"
"Child in Time"

Lado dois
"Flight of the Rat"
"Into the Fire"
"Living Wreck"
"Hard Lovin' Man"





domingo, 27 de maio de 2012

CINDERELLA - Night Songs

Dando continuidade a nossa lista de A a ZZTop, a vez é de CINDERELLA.
Banda de hard rock que surgiu no início dos anos 80 e que se originou da pouco conhecida, Deep Freeze, banda de Priscilla Harriet. Tom Keifer e Eric Brittingham abandonaram a banda da exótica vocalista para dar início na que seria uma das mais bem sucedidas bandas da década de 1980. Com o conhecimento adquirido ao longo do tempo, a banda começou abrindo shows de bandas como AC/DC e Mötley Crüe.
O primeiro disco batizado de “Night Songs” mostrou que a banda não estava para brincadeiras. A capa possui uma foto dos integrantes no mais puro visual Hard rock glam. O som vai nessa linha e com pitadas de Country Music. O Cinderella despontava no cenário, além de Eric e Tom, a banda contava com Fred Coury na bateria e Jeff Labar na guitarra. Do primeiro álbum, as canções destaques são “Nobody's Fool”, “Shake Me” e "Somebody Save Me"…Superando muitas bandas de hard rock em técnica e em termos líricos.

Músicas:
"Night Songs"
"Shake Me"
"Nobody's Fool"
"Nothin' for Nothin'"
"Once Around the Ride"
"Hell on Wheels"
"Somebody Save Me"
"In from the Outside"
"Push Push"
"Back Home Again"




quinta-feira, 24 de maio de 2012

BLACK SABBATH - Vol. 4

Nem precisaria dizer que é o quarto álbum do Sabbath, rsrsr! Mas na verdade o álbum teria o nome de Snowblind, que faz referência ao uso de cocaína e talvez isso explique porque ficou só na intenção. Vol. 4 foi ançado em 1972 e mistura o rock pesado com um pouco de progressivo.
Esse álbum traz o "hit" "Changes" uma balada sobre perda de relacionamento. A música era bem diferente das canções anteriores do Black Sabbath, dado que esta foi caracterizada por um rock melódico e suave downbeat em nítido contraste com o som da guitarra.
Black Sabbath tocou esta música ao vivo apenas duas vezes, a primeira vez em 1973 no grande festival de música Ngaruawahia, e um segundo tempo mais de vinte anos depois, em 1995, com Tony Martin nos vocais. Foi também interpretada por Ozzy Osbourne em seu álbum ao vivo numa apresentação com Zakk Wylde no piano e Mike Inez no baixo. Esta canção foi regravada e modificada por Eminem.



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VERSÃO EMINEM


E AQUI COM OZZY...

terça-feira, 22 de maio de 2012

A-HA - Hunting High and Low

Procurando entre meus preciosos bolachões algo inédito para figurar no blog e levando em conta a ordem A-ZZTop, encontrei a banda que marcou minha adolescência - a-ha!
Na época do Tour in Brazil, vi os shows pela TV e as músicas melosas até hoje ecoam na memória.
Vamos aos fatos:
Banda norueguesa de synthpop formada pelo vocalista Morten Harket, o guitarrista Paul Waaktaar-Savoy e o tecladista Magne Furuholmen. Em 1982, saíram da Noruega rumo a Londres com o objetivo de fazer uma carreira no mundo da música. A origem do nome a-ha surgiu após Mags ter lido este termo num caderno de anotações de músicas e outras composições de Paul. O "a-ha" vem da exclamação "aha!!", no sentido de surpresa ou algo novo; Mags sugeriu este nome para a banda, e Paul gostou da idéia, a medida que eles queriam um nome de fácil memorização e que mais se aproximasse do som da língua norueguesa. Depois de pesquisarem dicionários em várias línguas, o grupo descobriu que 'a-ha' era uma forma internacional de expressar reconhecimento, com conotações positivas. Era uma palavra fácil e pouco utilizada.
Sobre este disco, Hunting High and Low é o álbum de estréia, lançado em junho de 1985 e também o maior sucesso do grupo.
A banda nunca havia feito sequer uma turnê ou lançado qualquer outro álbum quando simplesmente entraram para o segundo lugar do top inglês.
Magne Furuholme disse: É um álbum de uma banda que queria conquistar tudo. E de uma vez só.

Faixas:
"Take on Me"
"Train of Thought"
"Hunting High and Low"
"The Blue Sky"
"Living a Boy's Adventure Tale"
"The Sun Always Shines on T.V."
"And You Tell Me"
"Love is Reason"
"I Dream Myself Alive"
"Here I Stand and Face the Rain"




sexta-feira, 18 de maio de 2012

RAUL SEIXAS - Há 10 Mil Anos Atrás

Demorou para aparecer um "nacional" nestas paragens, mas taí o disco.
Raul Seixas lançou em Há 10 Mil Anos Atrás diversas canções de temática mística. Apesar do disco apresentar canções tristes como "Canto Para Minha Morte" ou "O Homem", também contém números divertidos e bem-humorados como "Os Números", "Eu Também Vou Reclamar" ou "O Dia da Saudade", além do sucesso que dá o nome do disco, "Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás". O álbum marca duas despedidas: foi o último álbum do cantor pela Philips e o último de sua parceria com Paulo Coelho.
Esse álbum é de 1976 e continua eterno, como Raul e Vinil!

Faixas:
"Canto para Minha Morte"
"Meu Amigo Pedro"
"Ave Maria da Rua"
"Quando Você Crescer"
"O Dia da Saudade"
"Eu Também Vou Reclamar"
"As Minas do Rei Salomão"
"O Homem"
"Os Números"
"Cantiga de Ninar"
"Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás"



terça-feira, 8 de maio de 2012

STEVIE RAY VAUGHAN and Double Trouble - Texas Flood

Após ouvir "Pride and Joy" na rádio MUNDO LIVRE hoje de manhã, lembrei-me que possuia tal álbum e que o mesmo merecia um post urgente no nosso blog dado a virtuosidade do já lendário guitarrista, que morreu em um trágico acidente de helicóptero em 27 de agosto de 1990.
Stevie foi uma importante figura do Texas blues, um estilo musical caracterizado pelo swing e pela fusão do blues com o rock. Tornou-se um dos principais músicos do blues rock, com diversas aparições na televisão e álbuns lançados. O trabalho de Vaughan englobou diversos estilos, incluindo o jazz e baladas. Foi indicado à doze Grammys, vencendo seis; em 2000, foi postumamente induzido ao Hall da Fama do Blues.
Texas Flood foi lançado em 1983. Sendo o álbum de blues-rock mais popular dos últimos 20 anos.
Foi um sucesso surpreendente para Vaughan, que trabalhava na obscuridade havia anos. No início conhecido apenas localmente, logo Vaughan atraiu a atenção de David Bowie e Jackson Browne, gravando em álbuns de ambos. O primeiro contato de Bowie com Vaughan havia sido no Montreux Jazz Festival. Bowie lançou Vaughan em seu álbum "Let's Dance" na canção com o mesmo nome e também na canção "China Girl".
STEVIE RAY VAUGHAN é eterno assim como o vinil!!!

FAIXAS:
"Love Struck Baby"
"Pride and Joy"
"Texas Flood"
"Tell Me"
"Testify"
"Rude Mood"
"Mary Had a Little Lamb"
"Dirty Pool"
"I'm Cryin'"
"Lenny"



sábado, 5 de maio de 2012

GABRIEL DRUCIAK - Modelo!!

Usando de atribuições que são as dele mesmo, uma pitada de auto-promoção no blog Ciadovinil. Gabriel Druciak junto com as lendas da música...
Quem gostou da um grito!!! UHU...




quinta-feira, 3 de maio de 2012

AEROSMITH - Night in the Ruts

Mais um disco dos bons para compartilhar. E encontrar Aerosmith na CURITIBA é muito difícil. Ansiamos por mais feiras na cidade, URGENTE!!!
Mas vamos ao tema: Night in the Ruts é o sexto álbum da banda, lançado em 79.
A expressão Night in the Ruts é um trocadilho, na verdade esta trocando o "N" e o "R", formando a frase "Right in the Nuts" (bem nas bolas).
Esse álbum é conhecido por dois fatos: o primeiro por ter sido a pior fase do Aerosmith onde eles tinham torrado todo o dinheiro do último álbum e convertido em naftalina e segundo pela saída de Joe Perry.
O álbum foi marcado justamente pela saída de Joe Perry e pelas drogas, como é um momento ruim, o Guitar Hero: Aerosmith pulou todas as músicas desse álbum.
Independente de opiniões, um disco essencial para nossa discoteca, por essas e outras razões! O Vinil é eterno...

FAIXAS:
"No Surprize"
"Chiquita"
"Remember (Walking in the Sand)"
"Cheese Cake"
"Three Mile Smile"
"Reefer Head Woman"
"Bone to Bone (Coney Island White Fish Boy)"
"Think About It"
"Mia"




domingo, 29 de abril de 2012

Eugene's Trick Bag - por Joao Drutchaiki

Um dos pais do CIODOVINIL, João Vitor mostra aqui seus dotes na guitarra. Música do filme "A Encruzilhada" de Steve Vai...
Terá futuro nosso garoto???


quinta-feira, 26 de abril de 2012

The DOORS - L. A. Woman

Olá internautas! Quem escreve o post  é o Gabriel.
Hoje irei contar uma história de quando eu achei esse disco. Estava na casa dos meu parentes,  meio intediado e nisso minha "Tia" trouxe uns discos antigos. Reviremos, reviremos...  achamos uns da Xuxa e outros menos importantes até que vi um do Doors. Vi a capa,  as músicas..., mas que eu lembre não tinha visto "Riders On The Storm",   música do  Doors que foi mixada pelo Snoop Dog  e entrou na trilha do game  "Need For Speed Underground".
Em casa fui escutar o disco e ouvi Riders On The Storm que não me paracia ser "estranha" aquela música que eu só conhecia na versão remixada (vídeo abaixo).
E é por isso que dizemos Vinil é Para Sempre!


Faixas:
Lado A
1.The Changeling 
2.Love Her Madly 
3.Been Down So Long 
4.Cars Hiss By My Window
5.L.A.Woman

Lado B
6.L`America 
7.Hyacinth House 
8.Crawling King Snake 
9.The WASP (Texas Radio and the Big Beat) 

10.Riders On The Storm




quarta-feira, 11 de abril de 2012

CIA DO VINIL - Um ano depois...

Estamos neste mês de abril comemorando 1 ano de blog. Uma iniciativa de meus filhos João Vitor & Gabriel, que através das postagens decidiram por compartilhar de nossos lp's. Uma coleção modesta, mas eclética e que contempla boa parte dos clássicos do R&B, desde os primórdios. Alguns títulos nacionais e a discoteca ainda crescendo, mesmo contra a vontade da esposa e mãe (mulheres não entendem desse negócio de colecionar, a não ser que o objeto sejam "sapatos"...). Ao longo desses doze meses foram mais de 10 mil acessos em quase 100 postagens. Também nesse ano foram inúmeras as visitas a sebos e feiras. Também tivemos algumas contribuições de amigos que nos doaram seus acervos. São quatro nossos tocadores, um deles já aposentado. Continuaremos, pois são muitos ainda nossos discos e acreditamos que o Vinil é para sempre!!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

ALICE COOPER - Billion Dollar Babies

Alice Cooper, o homem que assusta criançinhas, lançou esse álbum em 1973 pela Warner, mas gravado foi em 1972. Embalado pela música Elected, sucesso nas rádios da época (não cante essa perto de outras pessoas), o disco foi produzido por Bob Ezrin.
Contém também No More Mr. Nice Guy, tocada até hoje nos shows, e foi gravada inicialmente pro álbum Killer.
A música que dá nome ao bolachão é estranha, ao estilo Alice Cooper mesmo. O disco tem também Mary Ann e depois I Love The Dead, fechando o álbum em grande estilo.

"Hello, Hooray"
"Raped and Freezin'"
"Elected"
"Billion Dollar Babies"
"Unfinished Sweet"
"No More Mr. Nice Guy"
"Generation Landslide"
"Sick Things"
"Mary Ann"
"I Love the Dead"




terça-feira, 27 de março de 2012

PINK FLOYD - The Dark Side of the Moon

Quase um ano de blog e não é que estava esquecendo da lenda "Pink Floyd"! Mas ainda em tempo e com o disco considerado por boa parte dos fãs como a obra prima da banda, superando inclusive "The Wall". O álbum foi um marco do rock progressivo com músicas que eram bem aceitas pelas rádios comerciais para execução, tais como "Money", "Time", e "Us and them". O álbum é uma ponte entre o blues rock clássico e a nova (na época) música eletrônica. No entanto são os tons mais suaves e as nuances líricas e musicais que fazem com que este álbum seja uma obra à parte.
O álbum contém alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e efeitos sonoros existentes à época, incluindo o som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo. Uma versão quadrifónica, foi também editada com uma nova mixagem. Durante as gravações os Pink Floyd desenvolveram novos efeitos tais como gravações em duas pistas das vozes e guitarras (permitindo a David Gilmour harmonizar consigo próprio), vozes dobradas e efeitos inéditos para aquela época, como ecos e separação dos sons entre os canais. Até hoje, Dark Side of the Moon é uma referência para os audiófilos que o usam para testar a fidelidade dos equipamentos de áudio.
É muita informação... e tem também relações com o filme "O Mágico de Óz", etc...

Lado A
"Speak to Me/Breathe"
"On the Run"
"Time/Breathe (Reprise)"
"The Great Gig in the Sky"

Lado B
"Money"
"Us and Them"
"Any Colour You Like"
"Brain Damage"
"Eclipse"